Inclusão social: ferramenta de lucratividade ou meta na estratégia de ESG?
Aline Eggers
4/15/20252 min read


É importante que o plano de ação da empresa seja sólido e voltado para a integração das questões ESG na organização, sendo capaz de se modernizar e de demonstrar, com transparência, o compromisso com práticas sustentáveis alinhadas à sua cultura, definições estratégicas e tendências de mercado.
A construção de uma forte conexão com a sociedade é uma iniciativa primordial para que a empresa direcione sua meta de implantação para a rota do sucesso, estando capacitada a criar valores sólidos, que despertem o interesse de clientes e investidores, fidelizando-os por meio de um modelo confiável e com constante participação da sociedade.
Oportunidades ao alcance de todas as pessoas e a garantia de que gozem de direitos iguais são a premissa da Inclusão Social, que, nas organizações, é uma ferramenta vital para afastar riscos, otimizar recursos e avançar com firmeza rumo ao alcance das metas, obtendo, nesse processo, maior produtividade.
Isso é alcançado com o aperfeiçoamento do planejamento estratégico, por meio do estabelecimento de metas claras que garantam um espaço diverso — ou seja, que vá além da diversidade de gênero e acolha a diversidade de conhecimentos e ideias —, onde as diferenças sejam aceitas como ferramentas para o crescimento coletivo, proporcionando um melhor ambiente profissional e de produção.
Isso porque trabalhar em um ambiente diverso, proporcionado exclusivamente pela verdadeira inclusão social, estimula o desenvolvimento criativo e social, além de ampliar as possibilidades de inovação e modernização da empresa, garantindo o alcance e a manutenção das metas de sucesso estabelecidas.
Ações concretas na pauta do ESG são constantemente exigidas pela sociedade, e isso ocorre de inúmeras e diferentes maneiras. No entanto, é fato que duas delas são as mais cobradas pela coletividade e, dia após dia, se tornam as principais preocupações das empresas quando o assunto é atrair investidores e fidelizar consumidores.
É inegável que, na estruturação da pauta ESG, não se pode desconsiderar nenhum dos seus três pilares, pois isso levará, invariavelmente, à quebra da estratégia de ação e, como consequência, à desconstrução do trabalho desenvolvido, tendo como resultado a perda da confiança social na empresa.
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